quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ponto de exclamação




Quando eu olho lá distante
No fundo de mim mesmo
No horizonte que finaliza as navegações interiores que faço
O que encontro ou encontrarei
Jamais sonharei encontrar
Meu barco cairá num vazio
Ou continuarei seguindo infinitamente
Reto, sem atalhos nem curvas desvios
Movimento único, monótono e determinado a seguir
Ainda que não se sabe para onde ou o motivo
Até que me depare com uma ilha de sentimentos
Um continente de emoções
Ou uma pedra de lembranças perdidas neste oceano imaginário
Nesse momento
Fragmento de jornada
Paro!
Continuo brevemente o meu espanto
Meu susto!!
Minha alegria!!!
E exclamo minha vida!!!!

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