Das belezas do ser humano
Das contas de colares coloridos de olhos olhares que brilham
da dança rodada de saia de renda e pano de cor
dos cheiros de banhos da cura e desapego
de todas as trovoadas limpantes de terreno pesado
e raios, trovões de ventos soprando um mar de pensares
do batuque firme forte que marca o piso sem vacilo
e grita sua franca liberdade
arrancando da alma sabiamente a luz
ilumina a toda a gente que já pode ver
chega com presença sem piscar sem estalo sem pensar
num sorriso franco negro mulato e branco e de todas as cores
bate três vezes na terra
treme nas matas, mares e do céu a pedreira ecoou
pronto... pode vir... cá estou!

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